QUANDO VOCÊ ESTÁ CANSADO E DESENCORAJADO POR ESFORÇOS QUE NÃO DERAM FRUTOS, JEOVÁ SABE O QUANTO VOCÊ TENTOU.
QUANDO VOCÊ CHOROU POR LONGO TEMPO, COM O CORAÇÃO CHEIO DE ANGÚSTIA, ELE CONTOU SUAS LÁGRIMAS.
SE VOCÊ SENTE QUE SUA VIDA ESTÁ PERDIDA E QUE MUITO TEMPO TAMBÉM SE PERDEU, ELE JÁ CONTOU SUAS LÁGRIMAS.
QUANDO VOCÊ ESTÁ SOLITÁRIO E SEUS AMIGOS ESTÃOMUITO OCUPADOS PARA UM SIMPLES TELEFONEMA FORTALECENDO VOCÊ, ELE ACOMPANHA VOCÊ.
QUANDO VOCÊ SENTE QUE JÁ TENTOU DE TUDO E NÃO SABE POR ONDE RECOMEÇAR, ELE TEM A SOLUÇÃO.
QUANDO NADA MAIS FAZ SENTIDO E VOCÊ SENTE FRUSTADO E DEPRIMIDO, ELE TENTA LHE MOSTRAR AS RESPOSTAS.
SE DE REPENDE TUDO LHE PARECE MAIS BRILHANTE E VOCÊ PERCEBE UMA LUZ DE ESPERANÇA NESSE MOMENTO, ELE SOPROU NOS SEUS OUVIDOS.
QUANDO AS COISAS VÃO BEM E VOCÊ TEM MUITO AGRADECER, ELE ESTÁ FESTEJANDO COM VOCÊ.
QUANDO ALGO LHE TRAZ MUITA ALEGRIA E VOCÊ SE SENTE REFORTALECIDO, ELE ESTÁ SORRINDO PARA VOCÊ.
QUANDO VOCÊ TEM UM PROPÓSITO A CUMPRIR E UM SONHO PARA SEGUIR, ELE ABRE SEUS OLHOS E O CHAMA PELO NOME.
LEMBRA-SE QUE ONDE VOCÊ ESTIVER SEJA NA TRISTEZA OU NA FELICIDADE MESMO QUE NINGUÉM MAIS SAIBA,
JEOVÁ SABE.
31 de maio de 2013
27 de maio de 2013
FAÇA!
Palavras que excluiria do dicionário: talvez, se, logo, quase. Expressões que não deviam ser usadas: um dia, quando der, assim que possível, meio cheio, meio vazio, se eu puder. Por quê?! Eu não vou esperar que TALVEZ aconteça, para que SE acontecer, LOGO vou conseguir, tendo uma QUASE vida. Não vou esperar UM DIA chegar, pra QUANDO DER eu agir, e ASSIM QUE POSSÍVEL ser feliz. Não vou avaliar se meu copo está MEIO CHEIO ou MEIO VAZIO, e SE PUDER fazer esse "meio" valer a pena. VOCÊ NÃO SABE O QUANTO EU CAMINHEI PRA CHEGAR ATÉ AQUI. E não sabe o que eu enfrentei nesse caminho. A vida me exigiu força, peito e determinação. FORÇA pra levantar sempre uma vez mais; PEITO pra enfrentar as derrubadas, as derrotas, as perdas e as decepções; e DETERMINAÇÃO pra seguir em frente e usar tudo com aprendizado e motivo pra sentir vitoriosa por passar por "mais essa", que na verdade foram tantas... Pra resumir, não faça corpo mole achando que a vida é fácil, ou que você não vai conseguir. Fácil não é pra ninguém! A vida só é dura pra quem é mole, já diziam as minhas avós. A incerteza, a dúvida e a insegurança não te levam a lugar algum. Não espere acontecer, FAÇA!
TEXTO: Júlia Santos
26 de maio de 2013
AMOR DE AMIGO
Amor de amigo é coisa engraçada!
É diferente de amor de pai, de mãe, de irmão, de namorado...
Amor de amigo é amor que completa a gente.
Um amigo não precisa estar com a gente o tempo todo, porque amor de amigo vence a distância.
Amigo que é amigo mesmo pode até ter outros amigos, porque amor de amigo nunca acaba. Ele se multiplica.
Tem amigo de tudo quanto é jeito: de infância, da escola, de bairro, de igreja, de faculdade, de internet, amigo de amigo...
Tem amigo até que a gente nem lembra de onde veio. E cada um deles tem um espaço guardado na memória e no coração.
Amigo é amigo porque está presente nos momentos mais importantes da
vida da gente: o primeiro beijo, a primeira festa, a aprovação no
vestibular, um picnic sábado à tarde, um dia de praia, ou até um almoço
de domingo.
Aos meus amigos, a todos eles, eu desejo que conquistem cada vez mais amigos.
Porque amor de amigo não se cansa de amar.
TEXTO: Pedro Bial
17 de maio de 2013
EU SEI, MAS NÃO DEVIA
Eu sei que a gente se acostuma. Mas não devia.
A gente se acostuma a morar em apartamentos de fundos e a não ter outra vista que não as janelas ao redor. E, porque não tem vista, logo se acostuma a não olhar para fora. E, porque não olha para fora, logo se acostuma a não abrir de todo as cortinas. E, porque não abre as cortinas, logo se acostuma a acender mais cedo a luz. E, à medida que se acostuma, esquece o sol, esquece o ar, esquece a amplidão.
A gente se acostuma a acordar de manhã sobressaltado porque está na hora. A tomar o café correndo porque está atrasado. A ler o jornal no ônibus porque não pode perder o tempo da viagem. A comer sanduíche porque não dá para almoçar. A sair do trabalho porque já é noite. A cochilar no ônibus porque está cansado. A deitar cedo e dormir pesado sem ter vivido o dia.
A gente se acostuma a abrir o jornal e a ler sobre a guerra. E, aceitando a guerra, aceita os mortos e que haja números para os mortos. E, aceitando os números, aceita não acreditar nas negociações de paz. E, não acreditando nas negociações de paz, aceita ler todo dia da guerra, dos números, da longa duração.
A gente se acostuma a esperar o dia inteiro e ouvir no telefone: hoje não posso ir. A sorrir para as pessoas sem receber um sorriso de volta. A ser ignorado quando precisava tanto ser visto.
A gente se acostuma a pagar por tudo o que deseja e o de que necessita. E a lutar para ganhar o dinheiro com que pagar. E a ganhar menos do que precisa. E a fazer fila para pagar. E a pagar mais do que as coisas valem. E a saber que cada vez pagar mais. E a procurar mais trabalho, para ganhar mais dinheiro, para ter com que pagar nas filas em que se cobra.
A gente se acostuma a andar na rua e ver cartazes. A abrir as revistas e ver anúncios. A ligar a televisão e assistir a comerciais. A ir ao cinema e engolir publicidade. A ser instigado, conduzido, desnorteado, lançado na infindável catarata dos produtos.
A gente se acostuma à poluição. Às salas fechadas de ar condicionado e cheiro de cigarro. À luz artificial de ligeiro tremor. Ao choque que os olhos levam na luz natural. Às bactérias da água potável. À contaminação da água do mar. À lenta morte dos rios. Se acostuma a não ouvir passarinho, a não ter galo de madrugada, a temer a hidrofobia dos cães, a não colher fruta no pé, a não ter sequer uma planta.
A gente se acostuma a coisas demais, para não sofrer. Em doses pequenas, tentando não perceber, vai afastando uma dor aqui, um ressentimento ali, uma revolta acolá. Se o cinema está cheio, a gente senta na primeira fila e torce um pouco o pescoço. Se a praia está contaminada, a gente molha só os pés e sua no resto do corpo. Se o trabalho está duro, a gente se consola pensando no fim de semana. E se no fim de semana não há muito o que fazer a gente vai dormir cedo e ainda fica satisfeito porque tem sempre sono atrasado.
A gente se acostuma para não se ralar na aspereza, para preservar a pele. Se acostuma para evitar feridas, sangramentos, para esquivar-se de faca e baioneta, para poupar o peito. A gente se acostuma para poupar a vida. Que aos poucos se gasta, e que, gasta de tanto acostumar, se perde de si mesma.
A gente se acostuma a morar em apartamentos de fundos e a não ter outra vista que não as janelas ao redor. E, porque não tem vista, logo se acostuma a não olhar para fora. E, porque não olha para fora, logo se acostuma a não abrir de todo as cortinas. E, porque não abre as cortinas, logo se acostuma a acender mais cedo a luz. E, à medida que se acostuma, esquece o sol, esquece o ar, esquece a amplidão.
A gente se acostuma a acordar de manhã sobressaltado porque está na hora. A tomar o café correndo porque está atrasado. A ler o jornal no ônibus porque não pode perder o tempo da viagem. A comer sanduíche porque não dá para almoçar. A sair do trabalho porque já é noite. A cochilar no ônibus porque está cansado. A deitar cedo e dormir pesado sem ter vivido o dia.
A gente se acostuma a abrir o jornal e a ler sobre a guerra. E, aceitando a guerra, aceita os mortos e que haja números para os mortos. E, aceitando os números, aceita não acreditar nas negociações de paz. E, não acreditando nas negociações de paz, aceita ler todo dia da guerra, dos números, da longa duração.
A gente se acostuma a esperar o dia inteiro e ouvir no telefone: hoje não posso ir. A sorrir para as pessoas sem receber um sorriso de volta. A ser ignorado quando precisava tanto ser visto.
A gente se acostuma a pagar por tudo o que deseja e o de que necessita. E a lutar para ganhar o dinheiro com que pagar. E a ganhar menos do que precisa. E a fazer fila para pagar. E a pagar mais do que as coisas valem. E a saber que cada vez pagar mais. E a procurar mais trabalho, para ganhar mais dinheiro, para ter com que pagar nas filas em que se cobra.
A gente se acostuma a andar na rua e ver cartazes. A abrir as revistas e ver anúncios. A ligar a televisão e assistir a comerciais. A ir ao cinema e engolir publicidade. A ser instigado, conduzido, desnorteado, lançado na infindável catarata dos produtos.
A gente se acostuma à poluição. Às salas fechadas de ar condicionado e cheiro de cigarro. À luz artificial de ligeiro tremor. Ao choque que os olhos levam na luz natural. Às bactérias da água potável. À contaminação da água do mar. À lenta morte dos rios. Se acostuma a não ouvir passarinho, a não ter galo de madrugada, a temer a hidrofobia dos cães, a não colher fruta no pé, a não ter sequer uma planta.
A gente se acostuma a coisas demais, para não sofrer. Em doses pequenas, tentando não perceber, vai afastando uma dor aqui, um ressentimento ali, uma revolta acolá. Se o cinema está cheio, a gente senta na primeira fila e torce um pouco o pescoço. Se a praia está contaminada, a gente molha só os pés e sua no resto do corpo. Se o trabalho está duro, a gente se consola pensando no fim de semana. E se no fim de semana não há muito o que fazer a gente vai dormir cedo e ainda fica satisfeito porque tem sempre sono atrasado.
A gente se acostuma para não se ralar na aspereza, para preservar a pele. Se acostuma para evitar feridas, sangramentos, para esquivar-se de faca e baioneta, para poupar o peito. A gente se acostuma para poupar a vida. Que aos poucos se gasta, e que, gasta de tanto acostumar, se perde de si mesma.
Marina Colasanti
O texto acima foi extraído do livro
"Eu sei, mas não devia", Editora Rocco - Rio de Janeiro, 1996, pág. 09. CLIQUE AQUI
15 de maio de 2013
10 de maio de 2013
IGNORADA NA 'CÂMERA DO BEIJO', GAROTA JOGA REFRIGERANTE NA CARA DO NAMORADO
Um vídeo gravado durante um dos intervalos da partida
de beisebol entre os times Fresno Grizzlies e Colorado Springs Sky Sox,
na Califórnia (EUA), acabou de maneira infeliz e com grande repercussão
nas redes sociais. Para se ter ideia, o vídeo já teve mais de 1,1
milhões de visitas na página do Fresno Grizzlies no YouTube, conforme mostra essa matéria do site norte-americano Huffington Post.
Conhecida como a "câmera do beijo", a imagem mostra casais nas
arquibancadas. Pela tradição da brincadeira, ao ser flagrado pela
câmera, o casal deve se beijar. Entretanto, uma garota foi ignorada três
vezes pelo namorado. Nas duas primeiras vezes em que foram focalizados
pelas câmeras, o rapaz falava ao celular e a evitou. Projetada nos
telões do estádio, a imagem surpreendeu os espectadores da partida.
Irritada com a atitude do namorado, na terceira vez em que ele evitou
o beijo, ela se levantou da cadeira e jogou um copo de refrigerante no
rosto do rapaz. A imagem causou uma reação no público. O namorado ficou
atônito, enquanto o público gritava e aplaudia o gesto da garota. Ela
deixou o estádio na sequência, acompanhada por um mascote dos Grizzlies.
Nos EUA, muita gente acha que tudo foi encenado. Você apoia a atitude
dela ou achou exagerada? Veja o vídeo:
FONTE: YAHOO NOTÍCIAS
8 de maio de 2013
CÂMERAS TAMBÉM CAPTURAM BONS MOMENTOS...
Music: "Give a Little Bit" Written and Performed by Roger Hodgson
Ótima campanha daqueles que estão cansados da divulgação somente das coisas ruins que acontecem em frente às câmeras de Segurança.
Comercial da Coca-cola
www.blogmais.org
Fonte: Pens'Antes
7 de maio de 2013
3 de maio de 2013
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