1 de novembro de 2013
17 de julho de 2013
7 de julho de 2013
6 de julho de 2013
TE ESPERANDO
Mesmo que você não caia na minha cantada
Mesmo que você conheça outro cara
Na fila de um banco
Um tal de Fernando
Um lance, assim
Sem graça
Mesmo que vocês fiquem sem se gostar
Mesmo que vocês casem sem se amar
E depois de seis meses
Um olhe pro outro
E aí, pois é
Sei lá
Mesmo que você suporte este casamento
Por causa dos filhos, por muito tempo
Dez, vinte, trinta anos
Até se assustar com os seus cabelos brancos
Um dia vai sentar numa cadeira de balanço
Vai lembrar do tempo em que tinha vinte anos
Vai lembrar de mim e se perguntar
Por onde esse cara deve estar?
E eu vou estar
Te esperando
Nem que já esteja velhinha gagá
Com noventa, viúva, sozinha
Não vou me importar
Vou ligar, te chamar pra sair
Namorar no sofá
Nem que seja além dessa vida
Eu vou estar
Te esperando
LUAN SANTANA
Mesmo que você conheça outro cara
Na fila de um banco
Um tal de Fernando
Um lance, assim
Sem graça
Mesmo que vocês fiquem sem se gostar
Mesmo que vocês casem sem se amar
E depois de seis meses
Um olhe pro outro
E aí, pois é
Sei lá
Mesmo que você suporte este casamento
Por causa dos filhos, por muito tempo
Dez, vinte, trinta anos
Até se assustar com os seus cabelos brancos
Um dia vai sentar numa cadeira de balanço
Vai lembrar do tempo em que tinha vinte anos
Vai lembrar de mim e se perguntar
Por onde esse cara deve estar?
E eu vou estar
Te esperando
Nem que já esteja velhinha gagá
Com noventa, viúva, sozinha
Não vou me importar
Vou ligar, te chamar pra sair
Namorar no sofá
Nem que seja além dessa vida
Eu vou estar
Te esperando
LUAN SANTANA
5 de julho de 2013
SOLIDÃO por Chico Buarque
Solidão não é a falta de gente para conversar, namorar, passear ou fazer sexo... Isto é carência!
Solidão não é o sentimento que experimentamos pela ausência de entes queridos que não podem mais voltar... Isto é saudade!
Solidão não é o retiro voluntário que a gente se impõe, às vezes para realinhar os pensamentos... Isto é equilíbrio!
Solidão não é o claustro involuntário que o destino nos impõe compulsoriamente... Isto é um princípio da natureza!
Solidão não é o vazio de gente ao nosso lado... Isto e circunstância!
Solidão é muito mais do que isto...
SOLIDÃO é quando nos perdemos de nós mesmos e procuramos em vão pela nossa alma.
Francisco Buarque de Holanda (Poeta, compositor e cantor)
Solidão não é o sentimento que experimentamos pela ausência de entes queridos que não podem mais voltar... Isto é saudade!
Solidão não é o retiro voluntário que a gente se impõe, às vezes para realinhar os pensamentos... Isto é equilíbrio!
Solidão não é o claustro involuntário que o destino nos impõe compulsoriamente... Isto é um princípio da natureza!
Solidão não é o vazio de gente ao nosso lado... Isto e circunstância!
Solidão é muito mais do que isto...
SOLIDÃO é quando nos perdemos de nós mesmos e procuramos em vão pela nossa alma.
Francisco Buarque de Holanda (Poeta, compositor e cantor)
22 de junho de 2013
21 de junho de 2013
ACUMULAR OBJETOS SEM UTILIDADE
Muitos de nós gostamos de ter reservas, nunca se sabe quando
precisaremos daquela sacola plástica, então providenciamos um “puxa
saco” – recipiente próprio para armazenar sacolas de supermercado. Nunca
se abe quando vamos ter vontade de reler aquela revista, então lotamos o
revisteiro com números antigos. Nunca sabemos quando teremos tempo para
ler o jornal, então vamos acumulando os montes num canto do quarto.
Opa! Agora já é exagero!
Essa é a grande questão, quando perceber que o acumulo de objetos que não utilizamos chegou ao exagero?
Uma coisa é certa quase nunca o próprio acumulador percebe. Quem se
dá conta são os familiares e amigos e sentem que a casa está mais
abarrotada do que precisaria. Em casos extremos há pessoas que mal podem
andar pelos corredores, que tem vergonha de receber pessoas e nunca
mais recebem alguém em sua casa, como mal dá para tomar banho, pois
algumas vezes até o box é tomado por objetos esta pessoa acaba também
por não sair de casa, mas aí o quadro já está grave demais.
Isto é um quadro de ansiedade extrema chamado TOC – Transtorno
obsessivo compulsivo. Aquela coleção que era bonitinha no inicio se
torna um acumulo de objetos sem sentido. Ou aquela mania excêntrica de
guardar “raridades” como as unhas que foram cortadas, os fios de cabelo
que caíram também são sinais de grande sofrimento psicológico.
Este comportamento de acumulo de objetos pode ser a busca de uma
saída para apaziguar dores emocionais incontroláveis. Esta pessoa sofre
internamente, como não conseguiu uma saída acaba se lançando em
comportamentos repetitivos de acumulo com a sensação de que será
“provida” mas o que ela precisa não são deste objetos mas de acolhimento
psicológico - o que ela ainda não sabe.
As dores emocionais que levaram esta pessoa a este estado podem ser
de muitas origens. Separações, frustrações, perdas, falta de contato
humano verdadeiro são os mais comuns.
Estes casos devem ser observados pela família, pois a própria pessoa
está presa num emaranhado emocional que a faz pensar que “está dando
certo”, mas não está. Este acumulo de objetos desnecessários a faz
doente fisicamente, pois a sujeira se acumula e aumenta a cada vez mais o
sofrimento emocional. Ela tenta ampliar os acúmulos – pois no inicio o
acumulo ofereceu certo alivio, mas agora não dá mais a mesma sensação.
Agora é só angustia e dor. Mas ela tenta repetir o que deu certo uma
vez, sem resultado.
Amigos e familiares devem levar esta pessoa a um psicólogo
imediatamente. A dor é tão intensa que dificulta que o próprio
acumulador a expresse. Um psicólogo o ajudará no caminho para lidar com
estas dores emocionais.
FONTE: Clínica de Psicologia
16 de junho de 2013
PROCURA-SE UM AMIGO
Não precisa ser homem, basta ser humano, basta ter sentimentos, basta ter
coração. Precisa saber falar e calar, sobretudo saber ouvir. Tem que
gostar de poesia, de madrugada, de pássaro, de sol, da lua, do canto, dos
ventos e das canções da brisa. Deve ter amor, um grande amor por alguém,
ou então sentir falta de não ter esse amor. Deve amar o próximo e
respeitar a dor que os passantes levam consigo. Deve guardar segredo sem
se sacrificar.
Não é
preciso que seja de primeira mão, nem é imprescindível que seja de
segunda mão. Pode já ter sido enganado, pois todos os amigos são
enganados. Não é preciso que seja puro, nem que seja todo impuro, mas não
deve ser vulgar. Deve ter um ideal e medo de perdê-lo e, no caso de assim
não ser, deve sentir o grande vácuo que isso deixa. Tem que ter ressonâncias
humanas, seu principal objetivo deve ser o de amigo. Deve sentir pena das
pessoa tristes e compreender o imenso vazio dos solitários. Deve gostar
de crianças e lastimar as que não puderam nascer.
Procura-se um amigo para gostar dos mesmos gostos. Que se comova, quando chamado de amigo. Que saiba conversar de coisas simples, de orvalhos, de grandes chuvas e das recordações de infância. Precisa-se de um amigo para não se enlouquecer, para contar o que se viu de belo e triste durante o dia, dos anseios e das realizações, dos sonhos e da realidade. Deve gostar de ruas desertas, de poças de água e de caminhos molhados, de beira de estrada, de mato depois da chuva, de se deitar no capim.
Precisa-se de um amigo que diga que vale a pena viver, não porque a vida é bela, mas porque já se tem um amigo. Precisa-se de um amigo para se parar de chorar. Para não se viver debruçado no passado em busca de memórias perdidas. Que nos bata nos ombros sorrindo ou chorando, mas que nos chame de amigo, para ter-se a consciência de que ainda se vive.
(Vinícius de Morais)
Procura-se um amigo para gostar dos mesmos gostos. Que se comova, quando chamado de amigo. Que saiba conversar de coisas simples, de orvalhos, de grandes chuvas e das recordações de infância. Precisa-se de um amigo para não se enlouquecer, para contar o que se viu de belo e triste durante o dia, dos anseios e das realizações, dos sonhos e da realidade. Deve gostar de ruas desertas, de poças de água e de caminhos molhados, de beira de estrada, de mato depois da chuva, de se deitar no capim.
Precisa-se de um amigo que diga que vale a pena viver, não porque a vida é bela, mas porque já se tem um amigo. Precisa-se de um amigo para se parar de chorar. Para não se viver debruçado no passado em busca de memórias perdidas. Que nos bata nos ombros sorrindo ou chorando, mas que nos chame de amigo, para ter-se a consciência de que ainda se vive.
(Vinícius de Morais)
13 de junho de 2013
EU SÓ PENSO EM VOCÊ
A noite é tão fria
O céu tão escuro
A lua não quis se mostrar
Fiquei procurando
Na luz das estrelas
O brilho que tem seu olhar
Eu só sei te amar
Vivo pra sonhar
Sonhando acordado,
Me pego pensando
Na falta que você me faz
Os dias são longos
As horas não passam
E as noites já não são iguais
Eu só sei te amar
Vivo pra sonhar
Eu só penso em você
A todo momento
A paixão invadiu
O meu sentimento
Eu só quero pedir
Meu amor, vê se volta pra mim...
Só você me faz assim tão feliz
Seu amor é tudo que eu sempre quis,
Dentro do meu coração
Sempre estou te esperando
Já tentei, mas eu não sei te esquecer
Não consigo mais ficar sem te ver
A saudade me pediu pra dizer,
Te amo...
KLB
O céu tão escuro
A lua não quis se mostrar
Fiquei procurando
Na luz das estrelas
O brilho que tem seu olhar
Eu só sei te amar
Vivo pra sonhar
Sonhando acordado,
Me pego pensando
Na falta que você me faz
Os dias são longos
As horas não passam
E as noites já não são iguais
Eu só sei te amar
Vivo pra sonhar
Eu só penso em você
A todo momento
A paixão invadiu
O meu sentimento
Eu só quero pedir
Meu amor, vê se volta pra mim...
Só você me faz assim tão feliz
Seu amor é tudo que eu sempre quis,
Dentro do meu coração
Sempre estou te esperando
Já tentei, mas eu não sei te esquecer
Não consigo mais ficar sem te ver
A saudade me pediu pra dizer,
Te amo...
KLB
10 de junho de 2013
BODAS DE ALGODÃO
Típicas de clima temperado, as flores do algodão, nascem amarelinhas,
ficam rosas, depois vermelhas e então caem para que o algodão amadureça.
Talvez por isso ao completar o 2º ano de casados deva-se comemorar as
Bodas de Algodão. Pois o matrimônio já está maduro o suficiente para se
traçar a personalidade do casal. É como se a relação formasse um grande
tecido de algodão com mil possibilidades de tramas de fio. Essas tramas
são os padrões comportamentais que traçaram durante esse tempo. Um casal
exemplar, divertido e temente a Jeová. Este é o momento de reforçar os
laços que os une e lembrar das qualidades que os fazem trilhar a estrada
da vida juntos.
Jhonatan Rocha
Um texto feito especialmente para homenagear e agradecer grandes amigos Priscila e Vinicius (foto) que hoje completam 2 anos de casados. Parabéns ao belo casal!!! Tudo de bom hoje e sempre!
![]() |
| Montagem: Júnior Ribeiro |
4 de junho de 2013
SEJA UM IDIOTA
A idiotice é vital para a felicidade.
Gente chata essa que quer ser séria, profunda e visceral sempre. Putz!
A vida já é um caos, por que fazermos dela, ainda por cima, um tratado?
Deixe a seriedade para as horas em que ela é inevitável: mortes, separações, dores e afins.
No dia-a-dia, pelo amor de Deus, seja idiota!
Ria dos próprios defeitos. E de quem acha defeitos em você.
Ignore o que o boçal do seu chefe disse.
Pense assim: quem tem que carregar aquela cara feia, todos os dias, inseparavelmente, é ele. Pobre dele.
Milhares de casamentos acabaram-se não pela falta de amor, dinheiro, sexo, sincronia, mas pela ausência de idiotice.
Trate seu amor como seu melhor amigo, e pronto.
Quem disse que é bom dividirmos a vida com alguém que tem conselho
pra tudo, soluções sensatas, mas não consegue rir quando tropeça?
Alguém que sabe resolver uma crise familiar, mas não tem a menor
idéia de como preencher as horas livres de um fim de semana? Quanto
tempo faz que você não vai ao cinema?
É bem comum gente que fica perdida quando se acabam os problemas. E daí, o que elas farão se já não têm por que se desesperar?
Desaprenderam a brincar. Eu não quero alguém assim comigo. Você quer? Espero que não.
Tudo que é mais difícil é mais gostoso, mas... a realidade já é dura; piora se for densa. Dura, densa, e bem ruim.
Esqueça o que te falaram sobre ser adulto, tudo aquilo de não
brincar com comida, não falar besteira, não ser imaturo, não chorar, não
andar descalço, não tomar chuva. Pule corda!
Adultos podem (e devem) contar piadas, passear no parque, rir alto e lamber a tampa do iogurte.
Ser adulto não é perder os prazeres da vida - e esse é o único "não" realmente aceitável.
Teste a teoria. Uma semaninha, para começar.
Veja e sinta as coisas como se elas fossem o que realmente são: passageiras.
Acorde de manhã e decida entre duas coisas: ficar de mau humor e transmitir isso adiante ou sorrir...
Bom mesmo é ter problema na cabeça, sorriso na boca e paz no coração!
Aliás, entregue os problemas nas mãos de Deus e que tal um cafezinho
gostoso agora?
"A vida é uma peça de teatro que não permite ensaios"
"Por isso cante, chore, dance e viva intensamente antes que a cortina se feche"
Arnaldo Jabor
FONTE: Clínica de Psicologia
2 de junho de 2013
31 de maio de 2013
JEOVÁ SABE...
QUANDO VOCÊ ESTÁ CANSADO E DESENCORAJADO POR ESFORÇOS QUE NÃO DERAM FRUTOS, JEOVÁ SABE O QUANTO VOCÊ TENTOU.
QUANDO VOCÊ CHOROU POR LONGO TEMPO, COM O CORAÇÃO CHEIO DE ANGÚSTIA, ELE CONTOU SUAS LÁGRIMAS.
SE VOCÊ SENTE QUE SUA VIDA ESTÁ PERDIDA E QUE MUITO TEMPO TAMBÉM SE PERDEU, ELE JÁ CONTOU SUAS LÁGRIMAS.
QUANDO VOCÊ ESTÁ SOLITÁRIO E SEUS AMIGOS ESTÃOMUITO OCUPADOS PARA UM SIMPLES TELEFONEMA FORTALECENDO VOCÊ, ELE ACOMPANHA VOCÊ.
QUANDO VOCÊ SENTE QUE JÁ TENTOU DE TUDO E NÃO SABE POR ONDE RECOMEÇAR, ELE TEM A SOLUÇÃO.
QUANDO NADA MAIS FAZ SENTIDO E VOCÊ SENTE FRUSTADO E DEPRIMIDO, ELE TENTA LHE MOSTRAR AS RESPOSTAS.
SE DE REPENDE TUDO LHE PARECE MAIS BRILHANTE E VOCÊ PERCEBE UMA LUZ DE ESPERANÇA NESSE MOMENTO, ELE SOPROU NOS SEUS OUVIDOS.
QUANDO AS COISAS VÃO BEM E VOCÊ TEM MUITO AGRADECER, ELE ESTÁ FESTEJANDO COM VOCÊ.
QUANDO ALGO LHE TRAZ MUITA ALEGRIA E VOCÊ SE SENTE REFORTALECIDO, ELE ESTÁ SORRINDO PARA VOCÊ.
QUANDO VOCÊ TEM UM PROPÓSITO A CUMPRIR E UM SONHO PARA SEGUIR, ELE ABRE SEUS OLHOS E O CHAMA PELO NOME.
LEMBRA-SE QUE ONDE VOCÊ ESTIVER SEJA NA TRISTEZA OU NA FELICIDADE MESMO QUE NINGUÉM MAIS SAIBA,
JEOVÁ SABE.
QUANDO VOCÊ CHOROU POR LONGO TEMPO, COM O CORAÇÃO CHEIO DE ANGÚSTIA, ELE CONTOU SUAS LÁGRIMAS.
SE VOCÊ SENTE QUE SUA VIDA ESTÁ PERDIDA E QUE MUITO TEMPO TAMBÉM SE PERDEU, ELE JÁ CONTOU SUAS LÁGRIMAS.
QUANDO VOCÊ ESTÁ SOLITÁRIO E SEUS AMIGOS ESTÃOMUITO OCUPADOS PARA UM SIMPLES TELEFONEMA FORTALECENDO VOCÊ, ELE ACOMPANHA VOCÊ.
QUANDO VOCÊ SENTE QUE JÁ TENTOU DE TUDO E NÃO SABE POR ONDE RECOMEÇAR, ELE TEM A SOLUÇÃO.
QUANDO NADA MAIS FAZ SENTIDO E VOCÊ SENTE FRUSTADO E DEPRIMIDO, ELE TENTA LHE MOSTRAR AS RESPOSTAS.
SE DE REPENDE TUDO LHE PARECE MAIS BRILHANTE E VOCÊ PERCEBE UMA LUZ DE ESPERANÇA NESSE MOMENTO, ELE SOPROU NOS SEUS OUVIDOS.
QUANDO AS COISAS VÃO BEM E VOCÊ TEM MUITO AGRADECER, ELE ESTÁ FESTEJANDO COM VOCÊ.
QUANDO ALGO LHE TRAZ MUITA ALEGRIA E VOCÊ SE SENTE REFORTALECIDO, ELE ESTÁ SORRINDO PARA VOCÊ.
QUANDO VOCÊ TEM UM PROPÓSITO A CUMPRIR E UM SONHO PARA SEGUIR, ELE ABRE SEUS OLHOS E O CHAMA PELO NOME.
LEMBRA-SE QUE ONDE VOCÊ ESTIVER SEJA NA TRISTEZA OU NA FELICIDADE MESMO QUE NINGUÉM MAIS SAIBA,
JEOVÁ SABE.
27 de maio de 2013
FAÇA!
Palavras que excluiria do dicionário: talvez, se, logo, quase. Expressões que não deviam ser usadas: um dia, quando der, assim que possível, meio cheio, meio vazio, se eu puder. Por quê?! Eu não vou esperar que TALVEZ aconteça, para que SE acontecer, LOGO vou conseguir, tendo uma QUASE vida. Não vou esperar UM DIA chegar, pra QUANDO DER eu agir, e ASSIM QUE POSSÍVEL ser feliz. Não vou avaliar se meu copo está MEIO CHEIO ou MEIO VAZIO, e SE PUDER fazer esse "meio" valer a pena. VOCÊ NÃO SABE O QUANTO EU CAMINHEI PRA CHEGAR ATÉ AQUI. E não sabe o que eu enfrentei nesse caminho. A vida me exigiu força, peito e determinação. FORÇA pra levantar sempre uma vez mais; PEITO pra enfrentar as derrubadas, as derrotas, as perdas e as decepções; e DETERMINAÇÃO pra seguir em frente e usar tudo com aprendizado e motivo pra sentir vitoriosa por passar por "mais essa", que na verdade foram tantas... Pra resumir, não faça corpo mole achando que a vida é fácil, ou que você não vai conseguir. Fácil não é pra ninguém! A vida só é dura pra quem é mole, já diziam as minhas avós. A incerteza, a dúvida e a insegurança não te levam a lugar algum. Não espere acontecer, FAÇA!
TEXTO: Júlia Santos
26 de maio de 2013
AMOR DE AMIGO
Amor de amigo é coisa engraçada!
É diferente de amor de pai, de mãe, de irmão, de namorado...
Amor de amigo é amor que completa a gente.
Um amigo não precisa estar com a gente o tempo todo, porque amor de amigo vence a distância.
Amigo que é amigo mesmo pode até ter outros amigos, porque amor de amigo nunca acaba. Ele se multiplica.
Tem amigo de tudo quanto é jeito: de infância, da escola, de bairro, de igreja, de faculdade, de internet, amigo de amigo...
Tem amigo até que a gente nem lembra de onde veio. E cada um deles tem um espaço guardado na memória e no coração.
Amigo é amigo porque está presente nos momentos mais importantes da
vida da gente: o primeiro beijo, a primeira festa, a aprovação no
vestibular, um picnic sábado à tarde, um dia de praia, ou até um almoço
de domingo.
Aos meus amigos, a todos eles, eu desejo que conquistem cada vez mais amigos.
Porque amor de amigo não se cansa de amar.
TEXTO: Pedro Bial
17 de maio de 2013
EU SEI, MAS NÃO DEVIA
Eu sei que a gente se acostuma. Mas não devia.
A gente se acostuma a morar em apartamentos de fundos e a não ter outra vista que não as janelas ao redor. E, porque não tem vista, logo se acostuma a não olhar para fora. E, porque não olha para fora, logo se acostuma a não abrir de todo as cortinas. E, porque não abre as cortinas, logo se acostuma a acender mais cedo a luz. E, à medida que se acostuma, esquece o sol, esquece o ar, esquece a amplidão.
A gente se acostuma a acordar de manhã sobressaltado porque está na hora. A tomar o café correndo porque está atrasado. A ler o jornal no ônibus porque não pode perder o tempo da viagem. A comer sanduíche porque não dá para almoçar. A sair do trabalho porque já é noite. A cochilar no ônibus porque está cansado. A deitar cedo e dormir pesado sem ter vivido o dia.
A gente se acostuma a abrir o jornal e a ler sobre a guerra. E, aceitando a guerra, aceita os mortos e que haja números para os mortos. E, aceitando os números, aceita não acreditar nas negociações de paz. E, não acreditando nas negociações de paz, aceita ler todo dia da guerra, dos números, da longa duração.
A gente se acostuma a esperar o dia inteiro e ouvir no telefone: hoje não posso ir. A sorrir para as pessoas sem receber um sorriso de volta. A ser ignorado quando precisava tanto ser visto.
A gente se acostuma a pagar por tudo o que deseja e o de que necessita. E a lutar para ganhar o dinheiro com que pagar. E a ganhar menos do que precisa. E a fazer fila para pagar. E a pagar mais do que as coisas valem. E a saber que cada vez pagar mais. E a procurar mais trabalho, para ganhar mais dinheiro, para ter com que pagar nas filas em que se cobra.
A gente se acostuma a andar na rua e ver cartazes. A abrir as revistas e ver anúncios. A ligar a televisão e assistir a comerciais. A ir ao cinema e engolir publicidade. A ser instigado, conduzido, desnorteado, lançado na infindável catarata dos produtos.
A gente se acostuma à poluição. Às salas fechadas de ar condicionado e cheiro de cigarro. À luz artificial de ligeiro tremor. Ao choque que os olhos levam na luz natural. Às bactérias da água potável. À contaminação da água do mar. À lenta morte dos rios. Se acostuma a não ouvir passarinho, a não ter galo de madrugada, a temer a hidrofobia dos cães, a não colher fruta no pé, a não ter sequer uma planta.
A gente se acostuma a coisas demais, para não sofrer. Em doses pequenas, tentando não perceber, vai afastando uma dor aqui, um ressentimento ali, uma revolta acolá. Se o cinema está cheio, a gente senta na primeira fila e torce um pouco o pescoço. Se a praia está contaminada, a gente molha só os pés e sua no resto do corpo. Se o trabalho está duro, a gente se consola pensando no fim de semana. E se no fim de semana não há muito o que fazer a gente vai dormir cedo e ainda fica satisfeito porque tem sempre sono atrasado.
A gente se acostuma para não se ralar na aspereza, para preservar a pele. Se acostuma para evitar feridas, sangramentos, para esquivar-se de faca e baioneta, para poupar o peito. A gente se acostuma para poupar a vida. Que aos poucos se gasta, e que, gasta de tanto acostumar, se perde de si mesma.
A gente se acostuma a morar em apartamentos de fundos e a não ter outra vista que não as janelas ao redor. E, porque não tem vista, logo se acostuma a não olhar para fora. E, porque não olha para fora, logo se acostuma a não abrir de todo as cortinas. E, porque não abre as cortinas, logo se acostuma a acender mais cedo a luz. E, à medida que se acostuma, esquece o sol, esquece o ar, esquece a amplidão.
A gente se acostuma a acordar de manhã sobressaltado porque está na hora. A tomar o café correndo porque está atrasado. A ler o jornal no ônibus porque não pode perder o tempo da viagem. A comer sanduíche porque não dá para almoçar. A sair do trabalho porque já é noite. A cochilar no ônibus porque está cansado. A deitar cedo e dormir pesado sem ter vivido o dia.
A gente se acostuma a abrir o jornal e a ler sobre a guerra. E, aceitando a guerra, aceita os mortos e que haja números para os mortos. E, aceitando os números, aceita não acreditar nas negociações de paz. E, não acreditando nas negociações de paz, aceita ler todo dia da guerra, dos números, da longa duração.
A gente se acostuma a esperar o dia inteiro e ouvir no telefone: hoje não posso ir. A sorrir para as pessoas sem receber um sorriso de volta. A ser ignorado quando precisava tanto ser visto.
A gente se acostuma a pagar por tudo o que deseja e o de que necessita. E a lutar para ganhar o dinheiro com que pagar. E a ganhar menos do que precisa. E a fazer fila para pagar. E a pagar mais do que as coisas valem. E a saber que cada vez pagar mais. E a procurar mais trabalho, para ganhar mais dinheiro, para ter com que pagar nas filas em que se cobra.
A gente se acostuma a andar na rua e ver cartazes. A abrir as revistas e ver anúncios. A ligar a televisão e assistir a comerciais. A ir ao cinema e engolir publicidade. A ser instigado, conduzido, desnorteado, lançado na infindável catarata dos produtos.
A gente se acostuma à poluição. Às salas fechadas de ar condicionado e cheiro de cigarro. À luz artificial de ligeiro tremor. Ao choque que os olhos levam na luz natural. Às bactérias da água potável. À contaminação da água do mar. À lenta morte dos rios. Se acostuma a não ouvir passarinho, a não ter galo de madrugada, a temer a hidrofobia dos cães, a não colher fruta no pé, a não ter sequer uma planta.
A gente se acostuma a coisas demais, para não sofrer. Em doses pequenas, tentando não perceber, vai afastando uma dor aqui, um ressentimento ali, uma revolta acolá. Se o cinema está cheio, a gente senta na primeira fila e torce um pouco o pescoço. Se a praia está contaminada, a gente molha só os pés e sua no resto do corpo. Se o trabalho está duro, a gente se consola pensando no fim de semana. E se no fim de semana não há muito o que fazer a gente vai dormir cedo e ainda fica satisfeito porque tem sempre sono atrasado.
A gente se acostuma para não se ralar na aspereza, para preservar a pele. Se acostuma para evitar feridas, sangramentos, para esquivar-se de faca e baioneta, para poupar o peito. A gente se acostuma para poupar a vida. Que aos poucos se gasta, e que, gasta de tanto acostumar, se perde de si mesma.
Marina Colasanti
O texto acima foi extraído do livro
"Eu sei, mas não devia", Editora Rocco - Rio de Janeiro, 1996, pág. 09. CLIQUE AQUI
15 de maio de 2013
10 de maio de 2013
IGNORADA NA 'CÂMERA DO BEIJO', GAROTA JOGA REFRIGERANTE NA CARA DO NAMORADO
Um vídeo gravado durante um dos intervalos da partida
de beisebol entre os times Fresno Grizzlies e Colorado Springs Sky Sox,
na Califórnia (EUA), acabou de maneira infeliz e com grande repercussão
nas redes sociais. Para se ter ideia, o vídeo já teve mais de 1,1
milhões de visitas na página do Fresno Grizzlies no YouTube, conforme mostra essa matéria do site norte-americano Huffington Post.
Conhecida como a "câmera do beijo", a imagem mostra casais nas
arquibancadas. Pela tradição da brincadeira, ao ser flagrado pela
câmera, o casal deve se beijar. Entretanto, uma garota foi ignorada três
vezes pelo namorado. Nas duas primeiras vezes em que foram focalizados
pelas câmeras, o rapaz falava ao celular e a evitou. Projetada nos
telões do estádio, a imagem surpreendeu os espectadores da partida.
Irritada com a atitude do namorado, na terceira vez em que ele evitou
o beijo, ela se levantou da cadeira e jogou um copo de refrigerante no
rosto do rapaz. A imagem causou uma reação no público. O namorado ficou
atônito, enquanto o público gritava e aplaudia o gesto da garota. Ela
deixou o estádio na sequência, acompanhada por um mascote dos Grizzlies.
Nos EUA, muita gente acha que tudo foi encenado. Você apoia a atitude
dela ou achou exagerada? Veja o vídeo:
FONTE: YAHOO NOTÍCIAS
8 de maio de 2013
CÂMERAS TAMBÉM CAPTURAM BONS MOMENTOS...
Music: "Give a Little Bit" Written and Performed by Roger Hodgson
Ótima campanha daqueles que estão cansados da divulgação somente das coisas ruins que acontecem em frente às câmeras de Segurança.
Comercial da Coca-cola
www.blogmais.org
Fonte: Pens'Antes
7 de maio de 2013
3 de maio de 2013
30 de abril de 2013
TEM HORA PRA MUDAR DE EMPREGO?
O
especialista Robert Wong deu algumas dicas para quem está em dúvida sobre o
assunto e pensa em buscar um novo rumo profissional:
1)
A melhor hora para você procurar um emprego é quando está bem empregado. “Você
tem mais valor. É igual a jogador de futebol. Quando está sem clube, ninguém
quer. Quando ele está bem para o clube, jogando bem, todo mundo quer”,
explicou.
2)
Mais do que procurar emprego, é importante investir na sua empregabilidade.
3)
Evite usar razões pessoais para tomar uma atitude profissional. ‘não alegue:
‘Ah, não consigo pagar o colégio dos meus filhos, não consigo trocar o carro da
minha esposa...’. Quando você for mudar de emprego, use razões profissionais:
‘Olha, eu posso render muito mais nessa função’”, afirma.
4)
Lembre-se que você é selecionado pelas suas competências técnicas, mas é
escolhido pelas suas competências pessoais: “Se entrose bem com o selecionados
ou com a pessoa que está te entrevistando”.
5)
Seja criativo e, principalmente, discreto. “Escolher uma profissão quando se
está empregado é uma arte. Tem que ser muito discreto e ter muito cuidado
porque se a empresa descobrir, você será um traidor. Não use o email da
empresa, não use o telefone da empresa, evite falar mal da empresa.
Especialmente, não divulgue o fato para os seus colegas, senão a vítima vai ser
você mesmo”, alertou Robert.
Clique aqui e faça teste e avalie o seu grau de satisfação com seu emprego
Fonte: SITE MAIS VOCÊ (vá para o site)
29 de abril de 2013
BOA SEGUNDA!
"Eu discordo dessa história de que só é amor se for pra sempre. Digo, o sentimento pode até viver pra sempre, ali quietinho em algum canto do peito. Mas histórias começam e terminam e não é justo dizer que não houve amor. Não é justo achar que elas não deram certo ou que era a pessoa errada. O amor da sua vida, nem sempre é o cara que você casa e forma uma família. Pessoas se perdem, pessoas se encontram, é natural. Eu acredito em amor com alguns poucos meses de relacionamento. Amores mais bonitos do que alguns de anos, amores de outras vidas, escorrendo pelos poros. Tudo que nos faz feliz, dá certo, mesmo que por uma semana, um mês. Tudo faz crescer, deixa o jardim mais bonito no fim das contas. E quem é essa tal de pessoa certa, afinal? Ninguém é errado, somos todos vítimas de desencontros. Seu certo não me agrada e vice-versa. Te fez chorar, mas te fez sorrir tanto, foi bom enquanto durou, foi certo e só, foi. Só passou e isso não quer dizer nada. Mania chata de relacionar amor com contos de fadas e o maldito feliz pra sempre. Amor se relaciona com feliz, sem complemento, sem prazo. Nem sempre, sem fim."
(retirado do blog Corujas Antenadas)TEXTO: Luan Lobo
27 de abril de 2013
VIDA!
Vida! Palavra tão pequena, porém tão significativa. Na vida você aprende tanto, conhece quem são as pessoas, como elas agem. De repente vem a vida e te lasca um tapa na cara, dói, dói muito, mas quando melhora a dor fica a experiência, experiência esta que levarás pro resta da sua VIDA, que não deixará que você erre na mesma coisa, ou, se errar, saber que fez outra vez num deu certo.
Da vida eu já aprendi, alguns tapas eu levei, algumas pessoas encontrei e ainda não as conheço. Eu com meus míseros 18 aninhos, ainda um "menino", sei de tanta coisa que a vida me ensinou, outras empurrou boca a baixo. Mas você erra! - uns dirão. Erro, erro sim! Admito, porém num é errando que se aprende, a questão é permanecer no erro que é muita burrice.
Por isso que ao fazer uma breve análise da minha humilde e pequena vida, conclui que: ser eu é muito bom, as vezes machuca, mais é bom. Quantas pessoas diferem de mim e não tem o sorriso que eu carrego no rosto, muitas vezes invejável?! Enfim, a vida pode ser resumida em (V)itória, (I)niciativa, (D)edicação e muito (A)mor!!!!
Vivamos a nossa vida, pois é ela que nos move! Obrigado àqueles que me deram ótimas experiências e acrescentaram a minha vida e agradeço ainda mais àqueles que me ensinaram do pior modo como não ser, sofri mais aprendi a não imitá-los e ser tão feliz .... tão EU!
TEXTO: Paulo C. R. Júnior
Da vida eu já aprendi, alguns tapas eu levei, algumas pessoas encontrei e ainda não as conheço. Eu com meus míseros 18 aninhos, ainda um "menino", sei de tanta coisa que a vida me ensinou, outras empurrou boca a baixo. Mas você erra! - uns dirão. Erro, erro sim! Admito, porém num é errando que se aprende, a questão é permanecer no erro que é muita burrice.
Por isso que ao fazer uma breve análise da minha humilde e pequena vida, conclui que: ser eu é muito bom, as vezes machuca, mais é bom. Quantas pessoas diferem de mim e não tem o sorriso que eu carrego no rosto, muitas vezes invejável?! Enfim, a vida pode ser resumida em (V)itória, (I)niciativa, (D)edicação e muito (A)mor!!!!
Vivamos a nossa vida, pois é ela que nos move! Obrigado àqueles que me deram ótimas experiências e acrescentaram a minha vida e agradeço ainda mais àqueles que me ensinaram do pior modo como não ser, sofri mais aprendi a não imitá-los e ser tão feliz .... tão EU!
TEXTO: Paulo C. R. Júnior
Assinar:
Postagens (Atom)







